PEC 66/2023: o que muda para quem tem precatórios estaduais e municipais

Em julho de 2025, o Senado aprovou em primeiro turno a Proposta de Emenda à Constituição 66/2023 (PEC 66), que redefine regras sobre o pagamento de precatórios por Estados e Municípios  Essa mudança traz impactos diretos para quem depende desse crédito e reforça a importância de tomar decisões financeiras mais estratégicas — como a antecipação com segurança.

🏛️ Novos limites para pagamentos

A PEC estabelece que os pagamentos de precatórios pelos entes subnacionais ficarão vinculados à Receita Corrente Líquida (RCL). Ou seja, o volume repassado ao credor será limitado a um percentual da receita pública — entre 1% e 5%, dependendo do tamanho do estoque de dívidas acumuladas .

Caso os débitos ultrapassem 15% da RCL, o percentual máximo é de 5%. Mesmo assim, com a morosidade histórica, isso pode gerar atrasos de anos nos pagamentos.

⏳ Prazos indeterminados para receber

A PEC revoga o prazo de quitação até 2029 previsto na EC 113/2021. Com isso, o recebimento do crédito judicial torna-se indefinido, e quem ainda aposta na fila tradicional pode enfrentar longas esperas sem perspectiva clara de pagamento.

💰 Correção monetária e juros: o que muda?

A partir de 1º de agosto de 2025, os precatórios terão correção pelo IPCA e juros simples de 2% ao ano. Mas há um limite: caso a soma desses índices supere a taxa Selic, será aplicado o menor dos dois — o que reduz a possibilidade de rentabilidade real no longo prazo.

Também será alterada a data limite de apresentação para incluir os títulos no orçamento(a LOA). A nova data é 1º de fevereiro — o que exclui os juros de mora nesses períodos iniciais.


❓ O que isso significa para você, credor de precatório?

  • Os pagamentos poderão ser acelerados ou atrasados, conforme a saúde fiscal de cada ente.

  • A correção limitada implica menos ganho ao longo do tempo, diminuindo a atratividade do recebimento tradicional.

  • A indefinição de prazo torna o precatório uma expectativa incerta: esperar pode não ser seguro.


💡 Por que antecipar pode ser a melhor escolha?

1. Transformar incertezas em decisão imediata

Com a PEC crescendo em força, mesmo os precatórios já reconhecidos podem demorar muito mais para serem pagos. Antecipar significa retirar esses riscos do caminho.

2. Garantir liquidez no presente

Dinheiro em mãos possibilita planejamento real: reformar a casa, investir no bem-estar ou resolver pendências que não podem esperar.

3. Evitar efeitos negativos da correção monetária limitada

Correr o risco de receber menos do que o IPCA + 2% pode ser evitado: antecipação permite fixar valores neste momento, com segurança jurídica.


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Permita-se sonhar. Permita-se decidir.